O que leva alguém a usar,
A testar,
A sonhar com o coração alheio?
A filtrar os meus anseios...
A seguir sua paixão?
No escuro eu aceito,
Me deleito em dor e flor...
No conceito eu me deito,
Eu, você e meu Amor.
Coração apaixonado...
Não esquece o que passou,
Viveu triste e sem um trato,
Por alguém que aqui passou!
História
Amor
E
Fim!
Por que
Precisa
Ser
Sempre
Assim!?
Ana Nery Machado
11/06/2010
Um Canto no Mundo que reflete sobre Língua, Literatura e Pensamento. Não necessariamente nesta ordem e organização, mas tudo bem. Divirta-se! Esta é uma página de Aná Nery Machado.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Escolhas
As escolhas mudaram
O dia cinza ensolarado
Tenho fé, fica mais bonito assim
Os amigos são observados
Para serem amados e lembrados.
Aprendi a convivência
A essência de amar
O importante
Eu demorei a ensinar:
Eu sou feliz sozinho!
Quem disse que sorrir quer dizer felicidade?
E o choro é onde a tristeza bate?
Procuro amigos:
Os que pagam bondade com bondade
E o coração é puro e sincero de verdade
Para que eu possa entrar e me sentir a vontade
Como no sofá da sala
Como lá em casa
Onde enfim eu me sinto em paz!
Sou mais assim
E que seja enfim
Eu Amei a mim
É importante aqui...
Dentro do meu coração!
Ana Nery Machado
28/04/2010
O dia cinza ensolarado
Tenho fé, fica mais bonito assim
Os amigos são observados
Para serem amados e lembrados.
Aprendi a convivência
A essência de amar
O importante
Eu demorei a ensinar:
Eu sou feliz sozinho!
Quem disse que sorrir quer dizer felicidade?
E o choro é onde a tristeza bate?
Procuro amigos:
Os que pagam bondade com bondade
E o coração é puro e sincero de verdade
Para que eu possa entrar e me sentir a vontade
Como no sofá da sala
Como lá em casa
Onde enfim eu me sinto em paz!
Sou mais assim
E que seja enfim
Eu Amei a mim
É importante aqui...
Dentro do meu coração!
Ana Nery Machado
28/04/2010
sábado, 13 de março de 2010
Carta Cora Coralina
Cubatão, 14 de março de 2010
Caros amigos escritores,
Pensava eu após um pouco de bar, pessoas, cigarros e palavras...
Cora Coralina, íntima de Drummond e Jorge Amado... Que inveja se postou no meu sorriso, ela, amiga dos reis, cartas e mais cartas à mão, sim, escritas a mão, com letras particulares de cada um, conversavam por meio delas... Nem se sonhava nesse método tão rápido e eficaz chamado Internet, eram correios e mais correios até se chegar naquela casa.
Que tédio saber que não nasci na época da máquina de escrever, que tudo não é mais tão caprichoso e demorado assim, ai que invejinha “branca” senti de Coralina, a vida contada com mais glamour, sob uns versos e caneta de palavras tortas sobre o papel listrado, muitas vezes encardido com aquele café que escorregava pela barba afiada de um pensamento.
Então disse a mim mesma: Vou escrever, sim, vou escrever cartas, quem sabe um dia não estarei em uma exposição também, por meio de quadros, cartas de amigos que aprecio em meu coração, quem sabe um dia não estarei atrás de aparelhos envidraçados que contam minha história e de meus queridos escritores que estiveram comigo nesta ligação? Tudo intocável, objetos de valor, papéis de cartas entre amigos que sentem, fazem e amam a Arte como ela é, tal como a vida deve querer. Só que desta vez vou ter que dispensar o papel e a caneta, terei que fazer como nos moldes do “meu” tempo: Internet e E-mail. Jeitos rápidos de saber o que quero dizer. Apenas quero um dia ver esta carta numa moldura envidraçada, onde eu terei a certeza do jeito imortal dela de ser, só que sem borrões, tintas claras ou palavras amassadas. Que pena a minha!
Ai que inveja sua Coralina, mas um dia é você, que sentirá inveja minha.
Ana Nery Machado
Caros amigos escritores,
Pensava eu após um pouco de bar, pessoas, cigarros e palavras...
Cora Coralina, íntima de Drummond e Jorge Amado... Que inveja se postou no meu sorriso, ela, amiga dos reis, cartas e mais cartas à mão, sim, escritas a mão, com letras particulares de cada um, conversavam por meio delas... Nem se sonhava nesse método tão rápido e eficaz chamado Internet, eram correios e mais correios até se chegar naquela casa.
Que tédio saber que não nasci na época da máquina de escrever, que tudo não é mais tão caprichoso e demorado assim, ai que invejinha “branca” senti de Coralina, a vida contada com mais glamour, sob uns versos e caneta de palavras tortas sobre o papel listrado, muitas vezes encardido com aquele café que escorregava pela barba afiada de um pensamento.
Então disse a mim mesma: Vou escrever, sim, vou escrever cartas, quem sabe um dia não estarei em uma exposição também, por meio de quadros, cartas de amigos que aprecio em meu coração, quem sabe um dia não estarei atrás de aparelhos envidraçados que contam minha história e de meus queridos escritores que estiveram comigo nesta ligação? Tudo intocável, objetos de valor, papéis de cartas entre amigos que sentem, fazem e amam a Arte como ela é, tal como a vida deve querer. Só que desta vez vou ter que dispensar o papel e a caneta, terei que fazer como nos moldes do “meu” tempo: Internet e E-mail. Jeitos rápidos de saber o que quero dizer. Apenas quero um dia ver esta carta numa moldura envidraçada, onde eu terei a certeza do jeito imortal dela de ser, só que sem borrões, tintas claras ou palavras amassadas. Que pena a minha!
Ai que inveja sua Coralina, mas um dia é você, que sentirá inveja minha.
Ana Nery Machado
sexta-feira, 12 de março de 2010
Paladar
Hummm gostinho de café!
Boca leve...
Hummm eu adocei você!
Sentido breve...
Vi teu cheiro passar por aí... Quero mais do que não tive aqui...
Você chegou... Perdi as xícaras nos copos.
Como Shakespeare... Apaixonado!
Um café adoçado!
Ana Nery Machado
12/03/2010
Boca leve...
Hummm eu adocei você!
Sentido breve...
Vi teu cheiro passar por aí... Quero mais do que não tive aqui...
Você chegou... Perdi as xícaras nos copos.
Como Shakespeare... Apaixonado!
Um café adoçado!
Ana Nery Machado
12/03/2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Avatar
Sinto resistência a tudo que já amei
Ao modo, ao cheiro, ao toque...
De vez.
Eu desejei ter um Avatar,
Um mundo onde eu possa fugir talvez,
Um mundo onde alcance o meu próprio eu,
Onde eu seria o herói da história,
Onde tudo conseguisse ser como meus olhos conseguissem ver.
Este lugar seria só meu... Meu, e de mais ninguém! Não confio neste aqui, onde existem pessoas que entrelaça o que o outro fala.
Preciso de um mundo azul não só na cor, mas também no coração.
Desejei ter um Avatar, um só pra mim...
Onde pudesse deixar nesta vida meus medos, meus amores...
Ah, um céu azul... Azul da cor do mar!
Eu me emociono com as coisas fáceis,
Eu colo as coisas frágeis.
Nasci fundo, depressivo e sentimental.
Ah, a esperança, a menina esperança que canta e encanta sem graça no palco.
Um pierrô apaixonado!
Ana Nery Machado
11/03/2010
Ao modo, ao cheiro, ao toque...
De vez.
Eu desejei ter um Avatar,
Um mundo onde eu possa fugir talvez,
Um mundo onde alcance o meu próprio eu,
Onde eu seria o herói da história,
Onde tudo conseguisse ser como meus olhos conseguissem ver.
Este lugar seria só meu... Meu, e de mais ninguém! Não confio neste aqui, onde existem pessoas que entrelaça o que o outro fala.
Preciso de um mundo azul não só na cor, mas também no coração.
Desejei ter um Avatar, um só pra mim...
Onde pudesse deixar nesta vida meus medos, meus amores...
Ah, um céu azul... Azul da cor do mar!
Eu me emociono com as coisas fáceis,
Eu colo as coisas frágeis.
Nasci fundo, depressivo e sentimental.
Ah, a esperança, a menina esperança que canta e encanta sem graça no palco.
Um pierrô apaixonado!
Ana Nery Machado
11/03/2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ego
Meu Ego
Com seu Ego
Desce o Ego
Na medida em que teu Ego
Ama o meu.
Porque é sempre meu Ego
Junto com o seu Ego
Que contam histórias de um Ego
Que não mudam o meu.
E assim,
dentro do Ego não precisa ser mais Eu.
Ana Nery Machado
10/03/2010
Com seu Ego
Desce o Ego
Na medida em que teu Ego
Ama o meu.
Porque é sempre meu Ego
Junto com o seu Ego
Que contam histórias de um Ego
Que não mudam o meu.
E assim,
dentro do Ego não precisa ser mais Eu.
Ana Nery Machado
10/03/2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
If I could ...

If I could tell you about the essence of what life is ...
If I could talk to you here just to live, for now, and soon will be starting ...
Stop fighting ...
Stop killing yourself ...
Stop thinking that you are the center of the universe ...
There are others to her and my hand, do not judge a human being more, no, you're just a human being like all of us!
Stop! Stop! Stop!
You're just one of us!
Ana Nery Machado
19/01/2010
Se eu pudesse... (Tradução)
Se eu pudesse avisar a você sobre a essência do que é a vida...
Se eu pudesse falar que estás aqui só pra viver, por enquanto, e logo após estará de partida... Pare de brigar...
Pare de se matar...
Pare de achar que você é o centro do universo...
Há outros ao seu e ao meu lado, não se julgue um ser humano maior, não, você é apenas um ser humano, como todos nós!
Pare!Pare!Pare!
Você é apenas um de nós!
Ana Nery Machado
19/01/2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
A aliança
E eu acordei pensando naquela visita... Pensando na vida e em tudo mais. E eu viajava em meus pensamentos com outros assuntos normais, como por exemplo, o amor, aquilo que poucos temem viver, que todos querem ter e que uma vez pelo menos passaremos a sentir com certeza. Caminhava em direção a visita e pensava no que se tornara o amor, hoje em dia, uma coisa banal, uma palavra batida...
E fui andando em direção ao hospital... Sim, ali era a minha visita! Ela estava mal e eu precisava dar meus préstimos ao marido dela que se encontrava na sala de espera da cirurgia. Encontrava-se em coma, os médicos condenaram a situação. Eu precisava fazer alguma coisa. Na recepção disseram “Quinto andar!”. Peguei o elevador com medo do que iria encontrar, as portas abriram e comecei a desenrolar o corredor, ao fundo dele encontrei ele, sentado numa cadeira desconfortável, imóvel, cabeça baixa, olhava para um objeto que ele exprimia entre as mãos trêmulas, este objeto estava ainda envolto pelo plástico que o médico colocou para entregar a ele. Era com certeza o objeto dourado mais valioso no mundo para aquele homem: A Aliança dela.
Eu não consegui falar, apenas chorei quando avistei aquela cena, dei a volta, mal pude conter meus pés naquele lugar, entrei no elevador e fui para o andar que ele (o elevador) me levou, procurava uma cadeira e acabei encontrando o jardim do hospital, sentei ali mesmo, contendo as lágrimas no chão. Fiquei algum tempo ali sentada, não tive forças para voltar a minha visita, fui caminhando para ir embora... Eu havia entendido finalmente... O Amor!
Ana Nery Machado
02/01/2010
E fui andando em direção ao hospital... Sim, ali era a minha visita! Ela estava mal e eu precisava dar meus préstimos ao marido dela que se encontrava na sala de espera da cirurgia. Encontrava-se em coma, os médicos condenaram a situação. Eu precisava fazer alguma coisa. Na recepção disseram “Quinto andar!”. Peguei o elevador com medo do que iria encontrar, as portas abriram e comecei a desenrolar o corredor, ao fundo dele encontrei ele, sentado numa cadeira desconfortável, imóvel, cabeça baixa, olhava para um objeto que ele exprimia entre as mãos trêmulas, este objeto estava ainda envolto pelo plástico que o médico colocou para entregar a ele. Era com certeza o objeto dourado mais valioso no mundo para aquele homem: A Aliança dela.
Eu não consegui falar, apenas chorei quando avistei aquela cena, dei a volta, mal pude conter meus pés naquele lugar, entrei no elevador e fui para o andar que ele (o elevador) me levou, procurava uma cadeira e acabei encontrando o jardim do hospital, sentei ali mesmo, contendo as lágrimas no chão. Fiquei algum tempo ali sentada, não tive forças para voltar a minha visita, fui caminhando para ir embora... Eu havia entendido finalmente... O Amor!
Ana Nery Machado
02/01/2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Contramão
Tantas coisas por fazer, e eu prefiro a preguiça.
Tantas palavras a falar, e eu rezo em silêncio.
Mas descobri que tenho sorte,
Porque nunca preferi a mentira.
Pois...
Quero pular as regras, quero ficar sem graça,
Quero doer na pele e nunca pensar em nada.
Quero estar feliz!
E na contramão, cheguei á decisão...
Quero viver com você até chegar à idade.
Quero viver com você até depois da eternidade.
Ana Nery Machado
08/12/2009
Tantas palavras a falar, e eu rezo em silêncio.
Mas descobri que tenho sorte,
Porque nunca preferi a mentira.
Pois...
Quero pular as regras, quero ficar sem graça,
Quero doer na pele e nunca pensar em nada.
Quero estar feliz!
E na contramão, cheguei á decisão...
Quero viver com você até chegar à idade.
Quero viver com você até depois da eternidade.
Ana Nery Machado
08/12/2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Querida Recife
Recife, eu não sabia...
Recife, Eu queria
tudo o que ganhei de ti.
Que bom, hoje é meu dia,
Onde posso contar as coisas...
De tudo que esperei de ti e conheci.
Recife,
Não duvida,
Do meu amor, das minhas alegrias,
De coisas que só senti aqui.
Recife, minha querida,
Vou embora, mas deixo a trilha.
Que para todo o sempre você lembre de mim!
Ana Nery Machado
04/12/2009
Recife, Eu queria
tudo o que ganhei de ti.
Que bom, hoje é meu dia,
Onde posso contar as coisas...
De tudo que esperei de ti e conheci.
Recife,
Não duvida,
Do meu amor, das minhas alegrias,
De coisas que só senti aqui.
Recife, minha querida,
Vou embora, mas deixo a trilha.
Que para todo o sempre você lembre de mim!
Ana Nery Machado
04/12/2009
sábado, 14 de novembro de 2009
“Amarelinha” da minha vida
Cubatão é a Avenida,
Minha cidade querida,
“Amarelinha” da minha vida,
Que os anos já não me deixam mais.
Cubatão, você assistia,
Os meus passos, as minhas alegrias.
O meu choro no Anilinas,
Onde eu conheci todos os animais.
Cubatão, você ensina,
A educação de uma família,
Onde eu pude encontrar os amigos,
E sempre num clima de Mais.
Cubatão, a indústria domina,
O pássaro vermelho enfeita todo o dia,
O coreto enche de gente ao meio-dia,
Onde artistas vendem a imagem da paz.
E eu vivo a minha vida,
Entre a saudade dessa infância querida,
E a humildade dessa cidade lilás.
Ana Nery Machado
14/11/2009
Minha cidade querida,
“Amarelinha” da minha vida,
Que os anos já não me deixam mais.
Cubatão, você assistia,
Os meus passos, as minhas alegrias.
O meu choro no Anilinas,
Onde eu conheci todos os animais.
Cubatão, você ensina,
A educação de uma família,
Onde eu pude encontrar os amigos,
E sempre num clima de Mais.
Cubatão, a indústria domina,
O pássaro vermelho enfeita todo o dia,
O coreto enche de gente ao meio-dia,
Onde artistas vendem a imagem da paz.
E eu vivo a minha vida,
Entre a saudade dessa infância querida,
E a humildade dessa cidade lilás.
Ana Nery Machado
14/11/2009
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Acho que neste momento eu preciso escrever mais e amar menos. Aná Nery Machado 14/06/2020
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O mesmo que diz ser amor é o que atira a pedra na rua sem saber por quê. Desalento, o passado mora ao lado sem querer. Primeiro é necessário...
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Acordo. Atravesso a sala Com as calças largadas ao vento, minha caneca atravessada na mão e só. Passo à janela, visão preto-e-branco pela ma...